Perseguição ao jornalista Luís Pablo pela ditadura do STF: quando quem denuncia vira réu
Com revolta e indignação profundas testemunhamos a ditadura do judiciário brasileiro que avança sem freios, transformando-se em instrumento de perseguição política e censura disfarçada de justiça.
O caso do jornalista Luís Pablo é escandaloso e revelador. Após o sinistro Alexandre de Moraes — psicopata e ditador do STF — autorizar uma busca e apreensão, a fonte do jornalista foi exposta publicamente — um golpe covarde contra a liberdade de imprensa que compromete todas as investigações jornalísticas no país. Enquanto os fatos denunciados permanecem intactos, sem nenhuma apuração, o próprio jornalista é transformado em alvo de perseguição sistemática.

Os detalhes do caso são ainda mais absurdos. A operação da Polícia Federal teve como alvo Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão, identificado como fonte de Luís Pablo. Cutrim é um delegado aposentado da Polícia Federal, ex-deputado estadual e adversário político de Dino. Foi secretário de Estado do governador Carlos Brandão, hoje adversário de Dino. A ação foi deflagrada a requerimento do próprio ministro Flávio Dino — que, ao invés de responder às denúncias, usou o aparato policial para caçar quem as revelou. A PF apreendeu celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos de Cutrim e do advogado Diogo Diniz Lima, ambos ligados à série de reportagens que apontava o suposto uso de viaturas oficiais do Tribunal de Justiça do Maranhão pela família de Dino — inclusive com combustível pago com recursos públicos do Fundo Especial de Segurança dos Magistrados. A PF quebrou o sigilo dos aparelhos telefônicos do jornalista para concluir que Cutrim foi a fonte. Como se não bastasse, a decisão de Moraes ainda menciona um pagamento de R$ 100 mil ao jornalista, depositado na conta de um terceiro. Luís Pablo esclareceu que o valor correspondia a um empréstimo já quitado, vinculado à aquisição de uma propriedade rural — mas isso não impediu que o dado fosse usado como arma para insinuar motivações espúrias. Tudo isso com o aval da Procuradoria-Geral da República, que endossou a operação sem sequer questionar a obviedade da retaliação.
Cutrim está preso sob a acusação de obstruir uma investigação de homicídio que apura a conduta de um parente — acusações que ele nega. Em 11 de julho, ele gravou um vídeo dizendo ter tomado conhecimento de ações judiciais contra si por meio de uma "onda de terror" espalhada por parlamentares ligados ao ex-governador. Classificou a movimentação como inserida no contexto da disputa eleitoral no estado. O timing é suspeito: enquanto as denúncias sobre uso indevido de viaturas permanecem sem apuração, a máquina estatal se move com velocidade para caçar quem as revelou.
"O fato que denunciei não foi investigado! Quem passou a ser investigado foi eu"
Essa frase brutal sintetiza com precisão diabólica o absurdo que vivemos: quem tenta denunciar irregularidades vira réu; quem supostamente cometeu as irregularidades permanece livre. A ditadura do judiciário brasileiro, liderada pelo sinistro Alexandre de Moraes e seus cúmplices togados, usa o aparato estatal para silenciar vozes incômodas e proteger interesses políticos.
Não há mais separação de poderes — há um judiciário que se tornou poder supremo, acima da lei e acima da Constituição que promete defender. Quando ministros do STF se comportam como carrascos em vez de guardiões da democracia, não temos direito, temos arbítrio. Não temos justiça, temos perseguição institucionalizada.
O advogado de Cutrim, José Berilo de Freitas Leite, resumiu com precisão cirúrgica: estão investigando a fonte do jornalista e o advogado do jornalista, mas não investigam o que o jornalista denunciou, que foi o uso irregular dos carros oficiais. Os sinistros ditadores que deveriam proteger direitos fundamentais agora os esmagam com a frieza burocrática de quem perdeu o contato com a realidade que deveria servir. Alexandre de Moraes e seus cúmplices não estão aplicando a lei — estão escrevendo novas regras onde eles decidem quem pode falar e quem deve calar.
Isso não é democracia funcionando. Isso é uma ditadura de toga.
Cada busca e apreensão autorizada pelo ditador Alexandre de Moraes é mais uma pedra no túmulo da liberdade de expressão no Brasil. Cada ordem de prisão preventiva torna-se um aviso silencioso: cale-se ou será destruído. Cada vazamento seletivo de informações é uma arma apontada contra inocentes enquanto os verdadeiros culpados continuam soltos, protegidos pelas togas que deveriam ser símbolo de justiça.
O Brasil assiste atônito enquanto o Supremo Tribunal Federal deixa de ser tribunal para se tornar instrumento de vingança política. O psicopata Alexandre de Moraes não tem limites porque não há freios. Não há contrapeso. Não há ninguém disposto a enfrentá-lo de frente. Sua autoridade absoluta cresce a cada dia que passa sem resistência organizada da sociedade civil ou do próprio Congresso Nacional.
As instituições democráticas brasileiras estão sendo destruídas de dentro para fora. O STF não está defendendo a Constituição — está reescrevendo-a conforme os desejos autoritários de seus ministros mais radicais. O que antes era exceção hoje virou regra. O que antes escandalizava agora é tratado como normal pelos meios de comunicação cooptados e pelas redes sociais vigiadas.
A população brasileira merece saber a verdade: não estamos mais vivendo sob estado de direito. Estamos sob jugo de magistrados que se colocaram acima do povo, acima da lei, acima da própria Constituição. Alexandre de Moraes e seus cúmplices togados exercem poder sem prestação de contas, sem responsabilidade, sem qualquer limite real ao seu arbítrio judicial.
A resistência democrática precisa acordar para essa ameaça existencial. Não podemos aceitar passivamente que nosso país seja transformado em uma ditadura judicial onde três ministros determinam quem fala, quem cala, quem vive livre e quem perece na cadeia. O silêncio dos brasileiros diante disso é cumplicidade. A omissão é traição à democracia que juramos defender.
A história nos ensina que ditaduras sempre começam com o discurso de proteção — proteção contra terrorismo, contra crimes, contra inimigos imaginários. Mas no final, quem termina preso são os cidadãos comuns, os jornalistas, os críticos, os inocentes. Alexandre de Moraes segue fielmente esse roteiro antigo de opressão disfarçada de salvação nacional.
Enquanto o sinistro psicopata e ditador do STF celebra cada nova vitória judicial, milhões de brasileiros acordam com medo de postar, de comentar, de criticar. O Brasil virou terra onde o pensamento é crime, onde a palavra é perigo, onde a liberdade é privilégio concedido e não direito garantido.
Isso precisa parar. A ditadura de toga precisa ser derrotada antes que consuma completamente o que resta da nossa democracia. O tempo está acabando. A janela de oportunidade para resistência está se fechando. Mas ainda existe chance — desde que sejamos corajosos o suficiente para enfrentar Alexandre de Moraes e seus cúmplices com a mesma força que eles usam para nos oprimir.
Nunca é tarde demais para dizer: não aceitaremos a ditadura do judiciário brasileiro. Não aceitaremos o silêncio imposto pelo ditador do STF. Não aceitaremos que a liberdade de imprensa seja sacrificada no altar do poder autoritário de Alexandre de Moraes e seus sinistros cúmplices togados.
A luta pela democracia continua. A resistência pela liberdade não acaba aqui.
O Olhar Oculto manterá vigilância ativa sobre os desdobramentos da ditadura do judiciário brasileiro e suas implicações para a liberdade de imprensa, os direitos fundamentais e o estado de direito no país.
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